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Oração de Madre Teresa de Calcutá

Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.
Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.
Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.
Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.
Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.
Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:
Ele é a Verdade da humildade.
Ele é a Luz da caridade.
Ele é a Vida da santidade.








“Pergunte-se, todos os dias, se você sente necessidade de rezar.
Procure os instrumentos para rezar melhor:
Concentração, controle, silêncio, recolhimento…
Lembre-se de que, embora todos estejam sob os olhos de Deus,
Quem reza sente-se especial,
porque percebe o olhar de Deus sobre si.”
Madre Teresa de Calcutá

Fonte: Giselle Maia Não quero ser santa pela metade

Super Artigo do nosso Bispo Dom Luiz Mancilha.

Mulher presença única e indispensável

A Sociedade atual tem costume de homenagear ou colocar em destaque fatos e pessoas. Dia do professor, do médico, do advogado, do padre, do lixeiro etc. Dia 8 de março comemoramos o dia da mulher. É sobre este assunto que convido a refletir. O dia da mulher não é qualquer dia. A mulher tem um lugar especial na construção da Sociedade mais humana e mais terna.
O nosso mundo ainda é muito machista. Pense, por exemplo, no mundo da economia, agora abalado pela crise mundial! Parece-me que neste ambiente predomina a presença masculina. Faltam mulheres economistas com o mesmo poder de raciocínio, mas com maior capacidade de humanidade, intuição e visão da importância da ternura. Tenho a impressão que esta é uma área em que falta o equilíbrio dos opostos que se complementam.
Parece que a Sociedade pós-moderna ainda não descobriu que a complementaridade entre masculino e feminino, homem e mulher, não acontece apenas no encontro sexual, mas em todos os aspectos da vida humana. Deus criou homem e mulher e os criou iguais! Criou-os para que juntos presidissem a Criação! E viu que tudo o que criara era muito bom!
Nossa Sociedade ainda não descobriu a grandeza da complementaridade e o alcance profundo deste dom do Criador! A mulher ainda não ocupa o “seu” lugar na sociedade. Por que não? Talvez uma visão estreita e pequena diante do mistério da complementaridade homem / mulher. O poder do mais forte sempre predominou no relacionamento humano e, ao homem foi atribuída essa característica “ser forte”. E este tem sido o critério usado no relacionamento humano. Manda o mais forte. O homem é preparado para dirigir e mandar, por ser considerado mais forte! O mais fraco obedece, ou se reserva o direito da astúcia, no caso a mulher, considerada mais fraca. Sei que já existem mulheres ocupando cargos na economia, na política e até no Governo. De fato existem. O mundo está mudando! Porém, sem querer arriscar-me em julgamentos, muitas mulheres que se destacam nesses ambientes usam o mesmo critério para justificar o lugar que ocupam: o poder e, as qualidades femininas ficam esquecidas e até ignoradas. Uma pesquisa sobre a contratação de mulheres para cargos tradicionalmente exercidos por homens, afirma que os executivos, na hora da contratação, escolhem mulheres que se apresentam de sóbrio tailleur (conjunto de saia e paletó), que se transformou numa espécie de uniforme feminino no mundo dos negócios. 62,99% dos executivos afirmaram que “o terno para mulheres”, é o traje preferido na hora da entrevista (Revista Catho online). Escolhida com esse critério, a tendência feminina é de tentar parecer-se com o homem, imitar seus comportamentos para permanecer no cargo e não mostrar suas qualidades e especificidades que complementam o lado masculino de “olhar” o mundo.
A identidade da mulher não é apenas o instinto materno, mas suas qualidades especiais que humanizam o ambiente de trabalho e de missão no exercício de sua capacidade de harmonizar racionalidade e ternura, racionalidade e intuição, capacidade de decisão e humanismo.
E na Igreja? Fala-se muito que a Igreja é machista. Parece-me que esta crítica é feita sob o mesmo prisma, ou o mesmo critério, o poder. Olha-se os membros da Igreja a partir da hierarquia, sob o ponto de vista do poder. Se nos fixarmos neste critério é verdade, a mulher não tem direito ao poder. Porém, esta é uma visão errada, estreita e pequena, também entre a hierarquia da Igreja. O que vale não é o poder, é o seu lugar de “Sinal” de Alguém que realmente é Poder. A hierarquia da Igreja não é o poder, é apenas um Sinal que significa e realiza a decisão de poder. O poder é Deus, não é o padre ou o bispo, embora sejam um Sinal Daquele que tem o poder. Somos todos “servos inúteis” (Lc. 17,10).
Dentro do contexto religioso, a importância, o lugar e até o poder da mulher, abafado pelo contexto histórico da organização humana, teve seu reconhecimento e continua sendo uma referência. A Palavra de Deus, Palavra Criadora, escolheu aproximar-se da Humanidade através da mulher! Aquela que era considerada fraca e nem era contada nas estatísticas, “eram cinco mil sem contar as mulheres e as crianças” (Lc. 14,21)! Foi da mulher que a Palavra Criadora fez surgir o Novo Homem e a Nova Humanidade! Existe maior dignidade e maior poder? Foi a Mulher que apresentou o Salvador como Sinal de Salvação e de Esperança para a humanidade desejosa de sentido de vida e de Vida Eterna. Foi a mulher que ensinou o jeito certo de viver e de exercer o poder: “Eu sou a serva do Senhor, Faça-se em mim segundo a Sua Palavra”! (Lc. 1, 38). Foi a mulher que ensinou a nova humanidade a abrir-se à Ação do Espírito, à docilidade e ternura que vem do Alto. Foi a mulher que recebeu o grande elogio de Jesus Cristo, “Felizes os que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática” (Lc. 11, 28). Foi a mulher que teve coragem e honradez em apoiar o Filho nos momentos mais difíceis, na Via Sacra, e O acolheu em seus braços como Senhora da Piedade. Foi a mulher que esteve com os discípulos “fujões” e arrependidos no Cenáculo à espera do Paráclito prometido por Jesus Cristo, Pentecostes! (At. 1,14). Esta mulher foi elevada aos céus e é venerada como mãe da Nova humanidade, intercessora, qual em Caná da Galiléia e, Medianeira junto a Jesus Cristo o Único Mediador.
Na História da Igreja a mulher teve um papel forte e importante, e, nos momentos mais difíceis: Santa Catarina de Sena é um exemplo e Joana D´Arc que teve sua importância não pelo poder, mas pela sua autoridade intuitiva de mulher de fé. Inúmeras são as mulheres na vida da Igreja, desde a Mãe de Jesus e Maria Madalena, as primeiras evangelizadoras!
E, hoje, em Vitória do Espírito Santo? Ai da Igreja se não fosse a mulher. Ela está presente em toda a ação evangelizadora e nos lugares mais importantes. O Sínodo Arquidiocesano é prova disso. A pesquisa científica sobre a realidade de nossa Igreja foi liderada por uma mulher que comandou sua equipe. O resultado da pesquisa foi analisado nas sessões sinodais sempre com a participação e percepção das mulheres! Todas à luz da Mulher, Maria! Todas qualificam a vida da Igreja nas diversas funções, serviços, formação e desenvolvimento da Comunidade na fé, Caridade e Esperança. São milhares que, em igualdade com o homem, sem perder suas especificidades, se complementem na ação evangelizadora.
Saúdo, pois, a mulher no dia da mulher e todos os dias do ano, agradecendo a todas as mulheres que me ajudam e completam o serviço que procuro prestar à Igreja, mulher presença única e indispensável! Esta é a beleza da nova criatura, o serviço total ao próximo expresso no amor universal e realizador da pessoa humana, homem e mulher! Maravilhas da Palavra Criadora!


Dom Luiz Mancilha Vilela, sscc
Arcebispo Metropolitano de Vitória do ES


Fonte: aves.org.br

O Desapego dos bens materiais

A grande lição que o episódio do jovem rico oferece é o desapego total que se deve ter dos bens materiais (Mc 10,17-30). Jesus diagnosticou perfeitamente o quanto aquele rapaz, que por sinal observava os mandamentos e desejava a salvação eterna, endeusava os bens que possuía. Tudo que Deus concede a cada um deve ser sempre um instrumento para se realizar uma missão nesta terra, ajudando o próximo. A Igreja ensina que o supérfluo dos ricos pertence aos pobres, dado que esbanjar o que se tem, ignorando as necessidades alheias fere, de fato, a sensibilidade cristã.

É de se notar que a previdência com relação ao futuro não fere a providência divina, nem a desambição evangélica, pois o Criador deu inteligência ao ser pensante para bem gerir os bens que venha, licitamente, possuir. O grande erro é a obsessão de se acumular riquezas, o que denotaria um materialismo gritante. O que não se pode, além disto, é reduzir o cristianismo a um ascetismo radical, mesmo porque a doutrina de Cristo deve ser observada no seu conteúdo global.

Quando Jesus proclamou bem-aventurados os pobres, Ele não estava afirmando que quem é pobre é feliz pela falta de dinheiro, ou da privação de alguns bens, ou da renúncia ocasionada pela situação financeira, mas é venturoso, isto sim, quem coloca sua confiança unicamente em Deus, e não em algo material. Ora, isto independe da posse de qualquer coisa. A luta contra a pobreza, o combate pela justiça, o cuidado permanente da misericórdia devem ser compreendidos não como um fim em si mesmo, mas como um apelo à imitação do Pai celeste que é infinitamente misericordioso. Tanto que o preceito de Cristo foi este: “Dou-vos um mandamento novo: que assim como eu vos amei, vós também vos ameis uns aos outros” (Jo 13,34). Deste modo, o Espírito Santo está sempre indagando a cada um como está empregando os seus bens, jamais ignorando os mais pobres. Com efeito, nunca o nosso pão é tão pequenino que não o possamos partir com o próximo. Há, porém, muitas maneiras de ajudar os outros, ou seja, não apenas colaborando com as entidades caritativas da Igreja com ofertas generosas, como ainda estando a serviço na execução competente das obrigações cotidianas.
Como se vive hoje num contexto de uma sociedade do bem-estar e do consumismo insensato, se abre um campo enorme para o desapego cristão o qual combate todos os gastos inúteis, para um auxílio oportuno a quem sofre. Segundo a doutrina de Cristo são pobres os pecadores, os enfermos, os indigentes, os estrangeiros. Ele reavivou naqueles que o seguem o esforço para eliminar a desgraça, a infelicidade, o sofrimento ou a indigência sob quaisquer formas através das quais se apresentem, e isto mediante a justiça social, o auxílio oportuno, o dom generoso e purificador. O rico pode ser pobre vivendo a pobreza como dom do Espírito Santo, desinteressando-se pela riqueza entendida como capital acumulado, isto é, como exagero econômico, posse individual, poder pessoal, atitudes jactanciosas. Ser pobre no Espírito Santo proporciona a alegria de seguir Cristo com liberdade e daí a segurança, a certeza de que Deus enche sempre o vazio que se produz em alguém e em torno de alguém. É isto que o moço rico, a que se referiu São Lucas, não entendia. A amplitude das inspirações e das colocações da espiritualidade cristãs atinentes ao espírito de pobreza é sem limites.
Um aspecto importante é não colocar o foco na quantidade do ter, mas, sim, na qualidade do ser. Quantas pessoas, com efeito, vivem felizes com o pouco que possuem e, um sem número, passa a vida no meio das torturas do tédio, na solidão, na depressão, mesmo possuindo muita riqueza. O tema em tela deve sempre ser considerado no horizonte da fé e esta leva à liberdade interior, à paz íntima que valem mais do que todos os bens terrenos. É unicamente a confiança em Deus, a fé em Cristo ressuscitado que jogam por terra critérios mundanos de avaliação e leva à verdadeira pobreza de espírito.

Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho

Fonte: portalkairos.net

Religião não salva?


Religião não salva!

Quantas e quantas vezes nos ouvimos esta afirmação, principalmente vinda de nossos irmãos protestantes. Apesar de ser uma afirmação verdadeira, religião realmente não salva, Jesus Cristo salva e Ele fundou a Igreja católica como instrumento de salvação.
O Cristo que salva fala e a age na sua Igreja. É ela quem guarda e transmite a Palavra do Cristo que salva; foi nela que nasceram e foram conservados os livros das Sagradas Escrituras, é nela que recebemos os sacramentos que o Cristo que salva instituiu para a nossa salvação. Nela somos batizados, nela celebramos e recebemos a Eucaristia, nela somos povo de Deus, nela somos corpo de Cristo e templos do Espírito.
Por isso podemos dizer que não agrada o Cristo quem permanece fora dessa Igreja una, santa, católica e apostólica, na qual habita o Espírito Santo.
Esta Igreja, Cristo a entregou a Pedro e aos Apóstolos, cujos sucessores únicos e legítimos são o Bispo de Roma, a quem chamamos Papa, e os Bispos legitima e validamente ordenados, em comunhão com ele.
Aqueles que dizem de modo enganoso e arrogante, que religião não salva, é porque sabem que suas religiões são obras humanas e não tem autoridade nenhuma!

Portanto religião não salva; quem salva é Cristo que fundou a Igreja católica como instrumento da nossa salvação!

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

Fonte: blog.cfn

Projeto Semeando a Cultura de Pentecostes


“Todos fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum... E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação.”
At 2, 44.47b

Tomando posse dessas palavras, a família carismática assume seu papel na implantação da Cultura de Pentecostes. Estamos vivendo um momento de Graça, onde Deus tem se manifestado plenamente através de nosso comprometimento com sua obra. Essas bênçãos são também para você e sua família, que faz da RCC Brasil um desses sinais visíveis da presença de Deus em nosso meio.

A Renovação Carismática Católica sente-se chamada a difundir neste mundo a Cultura de Pentecostes. Todos os projetos e serviços desenvolvidos por nosso movimento, sob responsabilidade do Escritório Nacional, têm por finalidade a evangelização.

Seja fiel colaborador da RCC do Brasil, pois sua contribuição ajuda a manter: “Projeto Celebrando Pentecostes”; Missão Marajó; Eventos; Editora RCC Brasil; Comunicação: Programas de TV e Portal na Internet; RCC Shop; Revista e boletins; Escritório Nacional.

Semanalmente estaremos disponibilizando para melhor compreensão de vocês, cada um dos projetos que são mantidos pelo “Projeto semeando a Cultura de Pentecostes”.

Nessa semana vamos falar sobre o: “Projeto Celebrando Pentecostes”

A RCC Brasil organiza o Projeto Celebrando Pentecostes, que visa difundir a espiritualidade de Pentecostes. É um grande impulso evangelizador, proporcionando a experiência com o Espírito Santo de diversas pessoas. Além de iniciativas como a Novena e Vigília de Pentecostes, o Projeto está avançando, indo até diversas dioceses. Uma equipe de pregadores nacionais está percorrendo o Brasil promovendo grandes encontros carismáticos de reavivamento espiritual e de evangelização.

Sacerdote que não reza «morre por desnutrição», diz Dom Cláudio

O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, escreveu uma carta aos presbíteros de todo o mundo, na qual enfatiza que o sacerdote que não se alimenta da oração adoece e "morre por desnutrição".

"Realmente, sem o alimento essencial da oração, o presbítero adoece, o discípulo não encontra força para seguir o Mestre e, assim, morre por desnutrição. Consequentemente, o seu rebanho se dispersa e, por sua vez, morre".

Na carta, escrita por ocasião do Ano Sacerdotal, Dom Cláudio destaca que os fiéis devem rezar "por seu pastor" e quando o sacerdote perceber que sua vida de oração enfraquece precisa "dirigir-se ao Espírito Santo e implorá-Lo com ânimo de pobre".

"O Espírito reacenderá o fogo em seu coração. Reacenderá a paixão e o encanto para com o Senhor. Este está sempre ali e deseja fazer a ceia com quem lhe abre a porta", ressaltou.


Fonte: anosacerdotal.org.br

Meus Amigos Vão Para a Balada e Eu Não, Por Que?

“ Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu.” Já diz a palavra de Deus! Eu sei que ouvindo isso, talvez você meu amigo pré-adolescente ou adolescente possa me dizer: “mas se para cada coisa há um momento debaixo do céu, então porque meu amigo que tem 12 anos já vai pra balada e eu que tenho 14 ainda não posso ir?

Bom, vamos partir do princípio: “cada um, cada qual”. Cada família tem uma forma de conduzir as coisas, alguns pais são mais rígidos na educação dos seus filhos, outros mais liberais, uns são super protetores, outros não estão nem aí. Com certeza se seus pais são do grupo que ainda não te deixa sair a noite sozinho é porque estão super preocupados com você. Isso é zelo, é amor, “quem ama cuida”, não é assim?

É assim, mas é difícil de entender quando se tem 13 anos. Eu já passei por isso, sei como é querer ir a um lugar com a galera e ser impedida porque meu pai não quer que eu vá. Range dentro da gente, nos sentimos menosprezados, e até como se nossos pais não confiassem em nós, é difícil entender e aceitar, porque queremos ser como os outros que podem sair e depois na segunda feira contar as histórias do final de semana. Histórias que muitas vezes não vão nos levar pra lugar algum, a não ser para um caminho mau, longe de Deus e até dos nossos pais.

Muitas vezes na minha adolescência eu fui dormir chateada ou até chorando por não poder ter ido a este ou àquele lugar, mas hoje olho para traz e agradeço pelos “nãos” que eu ganhei. Foram eles que impediram que eu me “perdesse”, ou quebrasse a cara por aí. Hoje vejo amigas minhas que não tiveram muitos limites de seus pais, que já estão num casamento frustrado porque engravidaram antes da hora, amigos nas drogas, na bebida, amigos que não conseguem se encontrar na vida. Precisamos ter limites e o “NÃO” faz parte disso. Todos nós precisamos levar uns “nãos” de vez em quando para podermos crescer. Mesmo sem entender, meu amigo, acolha os “nãos” de seus pais. Um dia você vai dar muito valor a isso.!

“Mais vale um adolescente pobre, mas sábio, que aceita conselhos, do que um rei rico, mas insensato!” (Ecle 4, 13)

Andrea Taisa - CN - Bem da Hora

Fonte: Blog Bem da Hora - Canção Nova


Vencendo a mentira - Pe. Fábio de Melo

Neste vídeo Padre Fábio de Melo fala sobre a mentira, dizendo que ela pode estar relacionada com a dificuldade em lidar com a verdade, pois em muitas situações temos a sensação de que se falarmos a verdade estaremos magoando a outra pessoa, então dizemos uma mentira por não querer desagradar. Isto é diferente de quando se mente conscientemente, para fazer mal a alguém, o que é algo muito triste. Algo também importante é saber a hora certa de dizer a verdade, pois em muitas situações, se a verdade for dita na primeira oportunidade pode fazer mais mal do que bem. Pe. Fábio dá o exemplo de pessoas idosas que ficam sabendo de todos os problemas da família, e ficam ainda piores, como elas ão tem meios de resolver os problemas, poderiam ser poupadas deste sofrimento.




Por detrás da aparência do pão



Os católicos dizem que não é pão, mas é o Corpo de Cristo Os católicos dizem que não é mais pão após a consagração, mas é o Corpo de Cristo. Isso é uma loucura ou uma verdade que supera os critérios científicos? O homem moderno espera da ciência, muitas vezes, um remédio que possa curar sua insegurança diante dos vários emblemas que o rodeiam, como a morte, a origem das coisas, o sentido da existência, o drama do sofrimento e da insatisfação interior, entre outros. Diante de suas múltiplas interrogações o que não é provado passa a ser tido como não verdadeiro. A afirmação católica: "Não é pão e sim Corpo de Cristo" passa a ser considerada uma loucura. Nos laboratórios o que se verifica são as matérias de trigo e de vinho. Da mesma maneira, para muitos cristãos, essa mesma afirmação se encerra apenas no âmbito simbólico, ou seja, aponta para uma realidade, porém, não a contém em si mesma em sua inteireza. Portanto, como acreditar em um sinal de contradição até mesmo no meio cristão? Existem realidades que superam as constatações realizadas em laboratórios, por exemplo: alguém já tocou em sua alma? Alguém já provou cientificamente a composição da alma humana? Como poderíamos negar sua existência, pois uma vez que alguém morre o que se vê é apenas um corpo e não mais um "alguém"? Por essa razão dizemos que está morto. Porque aquele corpo não possui mais alma. Da mesma forma o Corpo de Cristo não é verificável em laboratório, mas sim, no princípio de causa e efeito. Se é Cristo deve por sua vez possuir um efeito. Como o alimento, alimenta, o Corpo de Cristo "cristifica", ou seja, faz a pessoa se superar, levando-a progressivamente a crescer no amor, a dar sentido a sua existência, a tornar-se mais humana e por sua vez mais divina. Essa verdade se comprova também por "pesquisa de campo", pois são milhares de pessoas que no decorrer da história têm testemunhado virtudes heroicas e, ao mesmo tempo, que a causa de sua transformação e a base de sua felicidade se encontram no Deus escondido por detrás do pão consagrado.

Leandro Cesarleandrocesarcn@gmail.com


Fonte:
curiosidadescatolicas

Títulos de Nossa Senhora


Nossa Senhora de Fátima

Comemoração litúrgica - 13 de maio

Em todo o Portugal e em todos os países do mundo, particularmente no Brasil, tem-se criado, no decorrer da história, fortes raízes à devoção a Nossa Senhora de Fátima. O início e características desta devoção muito de semelhante tem à de Nossa Senhora de Lourdes. Como em Lourdes, Nossa Senhora que se dignou comunicar à menina Bernadete de Soubirous, hoje santa canonizada pela Igreja, Maria Santíssima em Fátima apareceu, (no ano de 1917) por diversas vezes às três crianças: Lúcia de Jesus dos Santos e seus primos Francisco e Jacinta Marto. Entre Lúcia e a Aparição estabeleceu-se diálogo da duração de dez minutos. Jacinta via a Aparição e ouvia-lhe as palavras dirigidas a Lúcia; Francisco via apenas a Aparição, sem, porém, ouvir coisa alguma, apesar de se achar na mesma distância e possuir ótimo ouvido.

Leia a história completa sobre Nossa Senhora de Fátima clicando aqui.

Fonte: paginaoriente.com

Sentindo-se acabado ?

Diz São Paulo Apóstolo: “Eu me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nas dificuldades, nas perseguições e nas angústias por causa de Cristo”. Pois, quando sou fraco, então sou forte’’.
O jovem Timóteo, desanimado, quis deixar seu cargo de pastor da igreja em Éfeso, mas o apóstolo Paulo pediu-lhe que reconsiderasse e prometeu ir ajudá-lo.
E você? Você se sente desanimado? Você está num casamento, num emprego ou numa situação em que você quer se desligar? Você está “desesperado contra toda a esperança” (Rm 4,18). Você está esperando por um milagre? Você está precisando de reforços? Você está “entregando os pontos”? Em resumo, você está “acabado”?
Pois o apóstolo Paulo deu a Timóteo, e, por conseguinte, a todos os “acabados”, os seguintes conselhos:

1)- “Antes de tudo, que se faça oração e súplicas por si e por todas as pessoas” (1 Tm 2,1).
2)- “Torna-te exemplo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na pureza” (1Tm 4,12);
3)- “Aplica-te á leitura, á exortação, ao ensino” (1Tm 4,13);
4)- “Não negligencieis o carisma que está em ti” (1Tm 4,14);
5)- “Põe toda a diligência e empenho, de tal modo que se torne manifesto a todos o teu aproveitamento” (1Tm 4,15)
6)- “Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas” (1 Tm 4,16).
7)- “Seguir a justiça, a piedade, o amor, a perseverança e a mansidão. (1 Tm 6,11).
8)- “Viver o ensino da Sagrada Escritura”. (2Tm 3, 14-17).

Se formos humildes e obedecermos estes sábios conselhos, nós poderemos vir a sentir muitas coisas, mas não nos sentiremos “acabados”. Seremos capazes de trazer a salvação para nós mesmos e para aqueles que vierem a nos ouvir (1 Tm 4,16). Poderemos dar “a volta por cima”. Com certeza, com toda confiança em Jesus Cristo.
“Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que e virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos” (Fl 4,8).
Além de tudo isso, devemos ter em mente que Deus sempre faz muito mais do que pedimos ou imaginamos pedir a Ele (Ef 3,20), pois Ele é o Deus do impossível.
Você com o bom Deus terá sempre vitória nas batalhas da vida. Acabado está toda incompatibilidade que possa aparecer em nossa caminhada.
Persistência, determinação, coragem e fé, são atitudes dos vencedores. Com Cristo somos mais que vencedores!
Afirmou o grande dramaturgo e escritor inglês William Shakespeare: “O homem de bom-senso não se senta para se lamentar; ao contrário, levanta-se e mete mãos á obra para reparar o mal”.

Vamos lá, mãos á obra que benção nos espera!

Pe. Inácio José do Vale, Professor de História da Igreja - Faculdade de Teologia de Volta Redonda

Fonte: comshalom.org

Repost: GOU: um local de encontro com Jesus!


Luiz Braga, ex-coordenador estadual do Ministério Universidades Renovadas do Pará testemunha a importância de evangelizar dentro das universidades.

Amados irmãos,

Partilho com vocês a alegria de servir no Ministério Universidades Renovadas. Em 2002 conheci o Grupo de Oração Universitário (GOU), célula de evangelização do Ministério Universidades Renovadas, e, por meio dele, a Renovação Carismática Católica, onde tive minha experiência do Batismo no Espírito Santo, dentro da própria Universidade, pois eu ainda estava graduando-me em História. Poderia falar das muitas graças que Deus realizou desde meu ingresso no Ministério, entretanto, partilho um testemunho que, após quase cinco anos de Ministério, levou-me às lágrimas de louvor ao Senhor!

No dia 7 de dezembro deste ano, estava em uma missa de formatura de três irmãs do Ministério. A celebração transcorria normalmente até o ofertório, quando elas prepararam uma surpresa. Durante a oferta de objetos do curso, as formandas, servas do GOU, fizeram um comentário todo especial sobre o Ministério Universidades Renovadas, ao mesmo tempo em que abriam a bandeira com nossa logomarca. O mais lindo foi quando eu fixei o olhar na bandeira e depois no semblante da jovem que a conduzia. Na verdade, a irmãzinha que trazia a bandeira foi uma daquelas que Deus resgatou por meio do GOU. Ela trazia no rosto a alegria de quem estava se formando e de quem tinha no coração a certeza da vitória em Deus, conquistada após sua linda experiência com Ele, ocorrida após ter conhecido o Ministério dentro da universidade.

Não consegui conter as lágrimas! Coloquei-me em oração, louvando e glorificando a Deus pelo que fez na vida daquela formanda. Lembrei que, há pouco mais de um ano, ela tinha no coração o desejo de tirar a própria vida e que isso começou a mudar quando, nas primeiras visitas ao GOU Maranatha, da Universidade Federal do Pará (UFPA), essa irmã começou a sentir o verdadeiro Amor do Pai.

Nas férias de 2005, no retiro de Ministério, o AcampGOU, num momento de cura interior, ela se retirou do salão e se isolou no quarto com um sentimento forte de depressão e com uma indagação no coração: “de que vale a vida?”. Intercedi por ela, e o Senhor revelou um forte sentimento de morte, fruto do vazio que ela sentia. Em seguida, ela me confirmou dizendo que esse sentimento vinha desde sua infância, quando perdeu a mãe, e que se agravou dentro da universidade. Na realidade, ela não via mais sentido em viver. No entanto, Deus manifestou a Sua glória, curando-a de toda marca da depressão. O GOU foi como a piscina de Siloé, onde Jesus manda que nos lavemos e nos limpemos de nossas debilidades (Jo 9, 7)! Ela foi batizada no Espírito Santo, recebendo logo em seguida o carisma da intercessão. Louvado seja Deus!

Hoje, essa mesma pessoa serve na RCC, na arquidiocese de Belém, como intercessora, no Ministério Universidades Renovadas. Para alguém que desejava tirar a própria vida, agora, além de querer sempre mais uma vida plena em Deus, ela reza por aqueles que passam pela mesma situação e que buscam uma forma de viver no mundo acadêmico sem o vazio existencial que a falta de Deus provoca. Glórias ao Senhor! Isso é o GOU, local de encontro com Deus! Costumo dizer que é o poço de Jacó (Jo 4), onde Jesus muda de direção para encontrar os filhos desviados e fazê-los mudar de vida.

Senti no coração muita alegria em fazer parte desse sonho de amor! Tive certeza de que a missão de evangelizar nas universidades vale a pena! O Senhor precisa de missionários para concretizar o amor que tem reservado a muitos outros filhos perdidos na academia!
Louvei agradecendo ao Senhor pela RCC e pelo Ministério Universidades Renovadas fazerem parte da minha vida!

Fonte: Revista Renovação.

GOU: um local de encontro com Jesus!


Luiz Braga, ex-coordenador estadual do Ministério Universidades Renovadas do Pará testemunha a importância de evangelizar dentro das universidades.

Amados irmãos,

Partilho com vocês a alegria de servir no Ministério Universidades Renovadas. Em 2002 conheci o Grupo de Oração Universitário (GOU), célula de evangelização do Ministério Universidades Renovadas, e, por meio dele, a Renovação Carismática Católica, onde tive minha experiência do Batismo no Espírito Santo, dentro da própria Universidade, pois eu ainda estava graduando-me em História. Poderia falar das muitas graças que Deus realizou desde meu ingresso no Ministério, entretanto, partilho um testemunho que, após quase cinco anos de Ministério, levou-me às lágrimas de louvor ao Senhor!

No dia 7 de dezembro deste ano, estava em uma missa de formatura de três irmãs do Ministério. A celebração transcorria normalmente até o ofertório, quando elas prepararam uma surpresa. Durante a oferta de objetos do curso, as formandas, servas do GOU, fizeram um comentário todo especial sobre o Ministério Universidades Renovadas, ao mesmo tempo em que abriam a bandeira com nossa logomarca. O mais lindo foi quando eu fixei o olhar na bandeira e depois no semblante da jovem que a conduzia. Na verdade, a irmãzinha que trazia a bandeira foi uma daquelas que Deus resgatou por meio do GOU. Ela trazia no rosto a alegria de quem estava se formando e de quem tinha no coração a certeza da vitória em Deus, conquistada após sua linda experiência com Ele, ocorrida após ter conhecido o Ministério dentro da universidade.

Não consegui conter as lágrimas! Coloquei-me em oração, louvando e glorificando a Deus pelo que fez na vida daquela formanda. Lembrei que, há pouco mais de um ano, ela tinha no coração o desejo de tirar a própria vida e que isso começou a mudar quando, nas primeiras visitas ao GOU Maranatha, da Universidade Federal do Pará (UFPA), essa irmã começou a sentir o verdadeiro Amor do Pai.

Nas férias de 2005, no retiro de Ministério, o AcampGOU, num momento de cura interior, ela se retirou do salão e se isolou no quarto com um sentimento forte de depressão e com uma indagação no coração: “de que vale a vida?”. Intercedi por ela, e o Senhor revelou um forte sentimento de morte, fruto do vazio que ela sentia. Em seguida, ela me confirmou dizendo que esse sentimento vinha desde sua infância, quando perdeu a mãe, e que se agravou dentro da universidade. Na realidade, ela não via mais sentido em viver. No entanto, Deus manifestou a Sua glória, curando-a de toda marca da depressão. O GOU foi como a piscina de Siloé, onde Jesus manda que nos lavemos e nos limpemos de nossas debilidades (Jo 9, 7)! Ela foi batizada no Espírito Santo, recebendo logo em seguida o carisma da intercessão. Louvado seja Deus!

Hoje, essa mesma pessoa serve na RCC, na arquidiocese de Belém, como intercessora, no Ministério Universidades Renovadas. Para alguém que desejava tirar a própria vida, agora, além de querer sempre mais uma vida plena em Deus, ela reza por aqueles que passam pela mesma situação e que buscam uma forma de viver no mundo acadêmico sem o vazio existencial que a falta de Deus provoca. Glórias ao Senhor! Isso é o GOU, local de encontro com Deus! Costumo dizer que é o poço de Jacó (Jo 4), onde Jesus muda de direção para encontrar os filhos desviados e fazê-los mudar de vida.

Senti no coração muita alegria em fazer parte desse sonho de amor! Tive certeza de que a missão de evangelizar nas universidades vale a pena! O Senhor precisa de missionários para concretizar o amor que tem reservado a muitos outros filhos perdidos na academia!
Louvei agradecendo ao Senhor pela RCC e pelo Ministério Universidades Renovadas fazerem parte da minha vida!

Fonte: Revista Renovação.

A CARIDADE

A caridade faz parte do segundo maior mandamento da lei de Deus, é a maior Virtude Teologal e a verdadeira medida dos carismas, ou seja, das graças especiais que o homem recebe em favor do bem comum da igreja. Ela é o "vínculo da perfeição" (Cl 3,14). Esse vínculo é a ligação com a santidade que todos devemos viver.
samaritano.jpgJesus é nosso exemplo de caridade perfeita. Ele age com amor em todos os seus atos. Temos de nos espelhar Nele, para vivermos numa contínua caridade, praticando todas as virtudes cristãs, que recebemos do amor de Deus.
Maria também é nosso grande exemplo de caridade. Pensando somente em cumprir a vontade de Deus, disse sim para conceber e dar à luz o nosso amado Jesus. Ela sabia que se essa era a vontade de Deus, era também a maior realização dos desígnios do amor divino por cada um de nós, e não hesitou a sempre ser a mãe da caridade perfeita.
Agir com caridade deve fazer parte da nossa vida como a respiração. Ela não deve ser somente relacionada, como geralmente é, a ajudarmos em obras sociais uma vez ou outra. Ela vai muito além disso, ela nos impulsiona a amar, tratar bem, com consideração, respeito e carinho todas as pessoas do mundo, sem distinção.
Cada pessoa que nos chega, é Jesus. Temos de ter um amor purificado, que é capaz de enxergar no outro a divindade de Jesus. Devemos deixar que Deus se sirva de nossa pessoa para amar e cuidar do outro.
A caridade também deve ser usada como respeito ao outro e à sua vida privada; deve-se evitar o escândalo e a difamação; é necessário usar de discrição com a vida do próximo, evitando fofocas e comentários desnecessários que ferem o amor fraterno, mesmo se eles forem verdadeiros, pois ninguém precisa revelar o que não é de direito de outro saber, preservando, assim, o bem, a segurança e o respeito à vida alheia.
Os fiéis defuntos, em vias de purificação, no purgatório, também necessitam de nossa caridade fraterna, pois também são membros da mesma comunhão dos santos. Devemos ajudá-los, obtendo indulgências para eles, oferecendo missas e orações. Com esse ato de amor, obtém-se do Pai, misericórdia para eles e para nós na remissão dos pecados.
A caridade nos proporciona paz, alegria, comunhão com toda a criação e com o Criador. Sem ela acorrentamo-nos a nós mesmos e o próximo ao pecado, e nos rebelamos contra a verdade divina, pois passamos também a menosprezar a caridade divina, tendo indiferença ao amor de Deus por todos nós. Os cristãos não podem ser tíbios ou preguiçosos, que com ingratidão recusam ou omitem reconhecer e responder ao amor divino e sua caridade. Além do que a caridade leva o homem a dar a Deus tudo que lhe deve como criatura.
A caridade é para ser vivida desde os pequenos atos até aos grandes, para romper nossas relações desordenadas conosco mesmos e com as outras criaturas. Ela não deve ser usada para sermos bem vistos aos olhos dos outros ou para nos elevarmos erroneamente entre as criaturas. Todo orgulho deve ser banido entre os que promovem o bem. Devemos agir sempre nos espelhando em Jesus, manso e humilde, que passou por este mundo como um cordeiro que não precisava ser reconciliar-se.
Quando somos caridosos não devemos esperar nenhuma forma de recompensa, porque simplesmente queremos e sabemos o quanto é importante cuidarmos do outro como parte de nós mesmos, em Cristo Jesus.
Para nosso auxilio devemos buscar, o máximo possível, a comunhão eucarística. Assim, Deus em nós, fortalece nossa caridade fraterna, como alimento da alma humana. E, para preservar a caridade, devemos nos esforçar ao máximo para não pecar, buscar sempre a confissão, nos arrependendo dos pecados cometidos, pois o pecado enfraquece, ofende, fere e pode até destruir a caridade no coração humano.
Nosso coração deve arder de amor para com Deus, par com o próximo e para conosco mesmo. Esse amor nos torna membros da Igreja de Cristo, purifica nossos pecados e nos impulsiona à santidade.
Nunca nos esqueçamos: "A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Cor 13, 4-7).
A vivência contínua da caridade, em santidade, nos fará ver que ao nos encantarmos com a beleza do outro estamos amando a beleza de Deus, nele.

Juliana Gonçalves dos Santos
Filosofia / Relações publicas da ASJ

Fonte: asj.org.br

Setembro - O mês da Bíblia

A Palavra de Deus está sempre ao alcance da mão e do coração de quem segue a Deus. E por moção do Espírito Santo, a Palavra vai transformando o coração das pessoas e moldando a comunidade cristã. É claro, supondo um coração aberto, como de discípulo diante do mestre. O profeta Jeremias fez uma experiência profunda: nas mãos de Deus sentiu-se como um vaso de barro nas mãos do oleiro.

As famílias, os grupos e as comunidades que leem a Bíblia de fato progridem na vivência do Evangelho, em unidade com a vontade de Deus e na comunhão fraterna. A Palavra meditada impulsiona as pessoas a superar o pecado e o azedume, causando certa plenitude espiritual com uma aura de paz e de alegria.

É o encantamento espiritual, a força interior, a capacidade de passar imune pelas tentações que nos rodeiam.

São Francisco de Assis, um dos grandes revolucionários da humanidade, apregoava a vida fraterna em meio ao egoísmo; a vida em Deus, mesmo em meio ao prurido da carne e do consumismo; a alegre adesão à vontade de Deus, vencendo o orgulho e a sede do poder. Quando se chega a uma fraternidade assim, logo se capta o perfume do Evangelho.

Por pedagogia, destinamos o mês de setembro a conhecer a Bíblia. Aliás, primeiro a ter a Bíblia em casa. Depois, a lê-la diariamente. Aprender a meditá-la diante de Deus, num coração orante.

A família aprende a acolher de modo afável seus membros: os pais se relacionam de modo afetivo com os filhos, como Deus, com Seu povo. Os filhos, por sua vez, acolhem os pais de modo pacífico, criando um ambiente sereno e alegre. É o encantamento da família.

É neste ambiente que germinam as vocações cristãs, que se alimentam ideais generosos e se superam obstáculos à felicidade.

Seja feliz! Conheça, leia e medite a Palavra de Deus.

Felipe Aquino

Fonte: wmblog.blogspot.com

A cultura da Morte!

Temos vivido em uma nova cultura, a “New Age”, uma cultura que preza pela morte, pela facilidade, pela eliminação. Haja vista por que o big brother faz tanto sucesso... "não gosto do camarada..." vou eliminá-lo. O direito a vida é colocado todos os dias no paredão, e acreditem... A escolha tem sido a eliminação!

Sinceramente, defino a atual cultura mundial como: "Nova Era: Cultura da Morte!". É por isso que é mais fácil eliminar uma criança, do que lutar para que ela tenha vida. E ainda justificar tal ato como sendo um ato de defesa pela vida. Ora, se a escolha foi matar a criança, como podem dizer que tal decisão foi pela vida?

Algumas palavras definiriam esta atual situação... Praticidade, facilidade, relativismo. Ou seja, é mais fácil tomar remédio para perder peso, do que praticar algum esporte. É mais fácil copiar tudo da internet do que se aplicar em estudar. É mais fácil julgar do que tentar ajudar alguém. É... Infelizmente essa é nossa atual cultura. E tem gente que diz que a Igreja Católica é atrasada, não entendi nada de vida blábláblá blábláblá...

Amigos, não quero entrar na parte médica, pois não o sou. Porém, vi uma vez um juramento numa dessas formaturas, e, o texto dizia para escolher sempre a vida!

Por isso, salve-se quem puder! E não existe salvação em nenhum outro, afirma o Apostolo Pedro, “Somente em Jesus há Salvação!”.

Lutemos por uma cultura de vida!

Fiquem todos na paz.

Márcio Jordano

Ministério Jovem – Tocantins

Fonte: rccjovem.com

Se tivéssemos os olhos dos Anjos

Se tivéssemos os olhos dos Anjos, olhando Nosso Senhor presente aqui no altar que olha para nós, como O amaríamos! Não quereríamos mais deixá-l’O, mas antes permanecer a seus pés; seria um antegosto do Céu; tudo se tornaria insípido. Mas a fé nos falta. Somos cegos miseráveis com névoa diante dos olhos. Só a fé poderia dissipar esta névoa.»

«Nosso Senhor está aí como vítima. Uma oração muito agradável a Deus é pedir à Santíssima Virgem de oferecer ao Pai Eterno o seu divino Filho, ensanguentado e ferido pela conversão dos pecadores que somos. É a melhor oração que podemos fazer porque todas as orações são feitas em nome e pelos méritos infinitos de Jesus Cristo. Todas as vezes que alcancei uma graça, pedi-a desta forma, nunca foi declinada.

Quando comungardes, deveis ter sempre uma intenção, e na hora de receber o Corpo de Nosso Senhor, dizer:
“Ó meu bom Pai que estais nos céus,
ofereço-Vos agora o vosso Filho,
tal como foi retirado e descido da Cruz,
depositado nos braços da Santíssima Virgem,
e que ela Vos ofereceu em sacrifício por nós.
Ofereço-Vos o seu Santíssimo Corpo,
por intercessão de sua Santíssima Mãe,
pedindo-Vos a remissão dos meus pecados,
para fazer um boa comunhão,
e alcançar a graça… (da fé, da caridade, da humildade)”.

S. João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars

Fonte: sede-de-deus.blogspot.com

BENTO XVI

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 43º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS




Enquanto cristãos católicos batizados, temos um compromisso com a propagação da vida de Cristo e de seu reino, através de seu evangelho e das maravilhas que ele tem realizado em nossas vidas.

Ainda existem empecilhos ao propagar este evangelho, mas a tecnologia nos da hoje diversos recursos que facilitam a anunciação e a propagação deste a todas as criaturas.

Ciente desta realidade, o nosso querido Papa Bento XVI, em sua mensagem ao “43º Dia Mundial Das Comunicações Sociais”, fala a todos a respeito da importância destes recursos, em especial “as novas tecnologias digitais” que “ estão a provocar mudanças fundamentais nos modelos de comunicação e nas relações humanas”.
O papa conclui a mensagem dirigindo-se “especialmente aos jovens católicos, para os exortar a levarem para o mundo digital o testemunho da sua fé”.

O que significa a palavra Arcanjo?

A palavra Arcanjo (grego singular Αρχάγγελος, Archángelos, grego antigo (plural) Αρχάγγελοι, Archángel[o]i, hebreu Mala’ach) significa “Príncipe-Anjo”, “chefe dos Anjos”. Assim, quem inventou o termo já pensava sobre uma hierarquia no interior do mundo angélico. Para os cristãos, os componentes dos “Sete antes o trono de Deus” costumam levar este título. Três (e apenas três) são conhecidos na Bíblia: Miguel, Gabriel e Rafael.

“Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.” (1 Ts 4,16)

Fonte: http://blog.cancaonova.com/dominusvobiscum

Ministério Arcanjos - Larissa Lopes - Vocal.